"Ter filhos e criá-los é cada dia gerar e pari-los outra vez, sem descanso."
Lya Luft, Perdas e Ganhos.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O concurso que eu ganhei!

Quem me acompanha no facebook deve ter lido algo sobre um concurso de fotografia que eu participei. Esse concurso foi realizado pelo CEC Brasil.
O tema do concurso era vida em movimento, e para participar bastava mandar no máximo 3 fotos que tivesse haver com o tema e escrever um pequeno texto sobre cada uma delas.
Demorei mais de 3 semanas na busca pela foto que eu julgava ser perfeita e ela não saiu... acabei selecionando 3 fotos que eu havia tirado há um tempo, fiz o texto e mandei, mas sem muitas esperanças. Afinal eu não sou profissional, né.

Quando recebi um email da Comissão avisando que duas das fotos que eu havia mandado tinham sido selecionadas entre as 25 primeiras fotos, eu fiquei louca! rs.
Não comentei nada com as pessoas (fora mãe, marido e pai), porque eu tenho essa coisa de só contar depois que tudo tiver certinho e não tiver nenhuma possibilidade de mudar.
Mesmo estando com duas fotos entre as 25 eu não tinha muita esperança, afinal tinham pessoas que estavam com as 3 fotos na final.



Dia 26 era o dia que sairia o finalista, lá no SENAC de Copacabana. Eu estava pronta pra ir, mas como a festa de final de ano das meninas caiu no mesmo dia, eu já sabia que teria uma dificuldade. Minha sogra estava lá em casa, as meninas estavam cansadas e meu marido estava baqueando. Resultado: Não consegui ir até lá para conferir a premiação.

Já tinha me dado por satisfeita estar entre as 25 fotos finais. Eram 150 fotos concorrendo!
A noite, por volta das 9 horas, meu celular tocou e recebo a notícia que a minha foto havia ganho o concurso por unanimidade! Fiquei emocionadíssima! Não só pelo prêmio (que é ótimo), mas por saber que eu sou capaz. Por saber que eu mereço acreditar e confiar mais em mim, por deixar meus amigos e minha família orgulhosos. Isso não tem preço!

Sábado fui receber o prêmio e o certificado, das mãos dos grandes amigos Carol e Enrico.


O prêmio foi um camera Canon Rebel T1 i + lente 75 - 300mm e várias outras coisas.


Participar do concurso e ficar entre as 25 finalistas foi uma das coisas mais marcantes nesse ano de 2011. Ganhar esse concurso não foi só ganhar o prêmio. Essa vitória representou muito mais que um sentimento, representou a minha capacidade (eu não acreditava que seria capaz), elevou a minha auto estima e a sensação de segurança e orgulho, não só meu, como da minha família e de meus amigos.
Agradeço a Deus por essa grande oportunidade, também a cada um que escolheu a minha foto e as minhas filhas que serviram de modelo e inspiração para essas fotos. 

Para ler mais sobre a premiação do concurso (aqui tem a foto e o texto que eu mandei)- link
Mais sobre a final do concurso - link
Vídeo com as 25 fotos finais e seus textos - youtube


sexta-feira, 6 de maio de 2011

O mundo não é maternal.

Li esse texto na homenagem que a empresa prestou às mães que lá trabalham. Fiquei muito emocionada quando li e depois vi a minha foto com as minhas meninas (e os comentários que ouvi da beleza das minhas fofinhas). Sei que elas só terão noção real do que eu faço por elas, quando elas estiverem no meu papel. Isso é o mais natural, da mesma forma que aconteceu comigo. 

Esta foto foi usada na homenagem do trabalho, eu e minhas bonecas.
É bom ter mãe quando se é criança, e também quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.

O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.

Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.

Martha Medeiros

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Com coração.

Vendo uns blogs que acompanho, dei de cara com esse post aqui. Nossa que emoção, viu!
Eu estava pra escrever sobre isso, amor entre irmãos. Eu que sempre amei minha irmã, apesar das brigas, sei que fui (não sei se ainda sou) uma pessoa que ela adorava copiar. Hoje ela é meu orgulho!

Aqui em casa mesmo a pequena tendo apenas 1 mês e meio, ela já demonstra adoração pela irmã mais velha, que também demonstra muita paixão. A menor não pode chorar que ela trata logo de acudir, ou dando chupeta ou cantando músicas. Cuida como se Fernanda fosse uma boneca de cristal mais linda de todas (e é!).

O mais fofo de tudo isso é que a Nanda fica louca quando vê a irmã. Se está aos berros e a irmã chega, ela para e fica a admirar de tanto encanto. É maravilhoso, lindo de se ver... Fico rindo sozinha só de escrever esse post pensando nas minhas meninas acordando na minha cama, rindo e brincando juntas.

Comentei no post do blog Mamíferas. E mesmo assim vou copiar o comentário para que elas saibam que não há nada mais lindo nesse mundo que minhas duas meninas juntas.

Que emoção ao ler esse post. Sim eu estou passando por isso! Não são 3, como na sua casa, mas são duas que se amam profundamente. Apesar dos ciúmes da mais velha, ela ama a pequena de paixão, mesmo esta tendo apenas 1 mês.
É delicioso ver! E afirmo sem a menor sombra de dúvidas que não vi nada mais bonito que minhas duas meninas juntas se curtindo.
Beijos
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