Não sei se antigamente os pais sentiam tanta culpa quanto os pais hoje em dia. A minha infância foi bem menos rígida do que a infância da minha mãe e talvez a das minhas filhas seja bem menos do que a minha, ou não. Isso é difícil mensurar. A culpa é por trabalhar demais, por não trabalhar e não ter dinheiro, pela criança não brincar na rua ou por ter um apartamento pequeno para brincar, pais se culpam por comprar uma blusa pra si e não pro filho. A palavra culpa vem junto com a palavra Pai e mãe.
Hoje em dia me sinto menos culpada que antes, mas não menos preocupada ou questionadora. Claro que as neuras mudaram, hoje não me preocupo tanto com chupeta, desfralde (apesar da Fernanda ainda usar fraldas), com o tipo de leite, ou se a roupa combina ou não (são exemplos, ok.).
Minha preocupação tomou uma dimensão maior do que essa. Preocupo se minhas filhas terão uma boa educação, se serei capaz de delegar as responsabilidades e se elas serão atendidas e entendidas, e a maior preocupação que é criar adultas respeitadoras com capacidade de discernimento e caráter.
Hoje em dia uma grande preocupação quando penso na adolescência é o envolvimento com drogas. Por isso a infância é tão importante, porque é agora que vou colocando na cabeça delas, dando noção do que é certo e errado, além de aplicar limites.
Eu sempre procurei o melhor pra todas as duas e pensar na possibilidade de estar errando desde já me deixa emocionalmente abalada. E gente pra colocar dúvida na nossa cabeça tem um monte.
A criação não vem somente de casa, pelo menos não é assim que eu vejo, a criação vem do mundo, da escola, do contato delas com as pessoas, do envolvimento interpessoal. Claro que a responsabilidade para discernir o que é certo e errado e dar limites é dos pais. Mas o local e as pessoas com quem se convive fazem diferença. Tudo que escrevi é baseado na minha opinião.
Essa semana entrei na academia. Apesar de não ser possível ir todos os dias, eu e Claudio, ele a mais tempo do que eu, tomamos a iniciativa de fazer uma atividade, porque é importante pro nosso corpo e nossa mente. Eu que nunca curti academia, gostei bastante do ambiente e mais de me exercitar. E eu não sinto nenhuma culpa de ir para a academia depois de levá-las em casa. Ainda mais por ser do outro lado da rua.
Claro que às vezes ainda bate aquele apertinho como foi na sexta quando resolvi ficar no happy hour do trabalho. Quase toda sexta tem uma música, um chopinho e eu nunca fiquei, porque sempre pensava no tempo que fico longe das meninas e com isso acabava nunca fazendo nada sem elas, não que seja ruim é bom, mas sair só é diferente. E na sexta passada resolvi deixar a neura de lado e fiquei. E olha foi bem legal! O bom foi que depois de uns chopinhos, um bate papo legal, voltei pra casa mais tranqüila, mais leve, e mais animada. Nem o fato de chegar em casa e encontrá-las aceleradas me deixou irritada...rs. Pelo contrário, cheguei abracei, beijei e coloquei as duas na cama.
É isso! Não deixo a culpa chegar e ficar. Às vezes ela vem, mas eu mando logo ela embora, porque tenho que estar bem para deixá-las bem também.
"Ter filhos e criá-los é cada dia gerar e pari-los outra vez, sem descanso."
Lya Luft, Perdas e Ganhos.
Lya Luft, Perdas e Ganhos.
Mostrando postagens com marcador maternidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maternidade. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 7 de julho de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O mundo não é maternal.
Li esse texto na homenagem que a empresa prestou às mães que lá trabalham. Fiquei muito emocionada quando li e depois vi a minha foto com as minhas meninas (e os comentários que ouvi da beleza das minhas fofinhas). Sei que elas só terão noção real do que eu faço por elas, quando elas estiverem no meu papel. Isso é o mais natural, da mesma forma que aconteceu comigo.
É bom ter mãe quando se é criança, e também quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.
O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.
O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.
Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.
Martha Medeiros
![]() |
| Esta foto foi usada na homenagem do trabalho, eu e minhas bonecas. |
O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passamos fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.
O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.
O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.
O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim, de slogans e estatísticas.
Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta, exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.
Martha Medeiros
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Só mãe faz.
Ontem Clara foi à feira junto com a escola, já que foi a semana dos alimentos. A feira é na mesma rua da escola. Eu dei R$ 1,00 pra ela comprar o legume, fruta ou verdura que quisesse, e ela comprou um saco com 4 cenouras.Na saída, ela veio toda contente com sua compra e pediu que eu fizesse o bolo de cenoura para a professora e seus amigos. Então hoje acordei e fui logo fazer 20 cup cakes para ela levar.
Nem preciso dizer que ela foi toda contente, né! Aproveitamos e fomos ver a creche para a Fernanda, que já vai começar em janeiro. Mais uma vez meu coração apertou, viu. Pensei que não fosse sentir tanto, mais já sofro só de pensar que logo vamos nos separar... e aí vem o medo. Eu ainda estou em casa, e não to trabalhando. Também tenho medo de não conseguir um emprego... é tanta coisa.....
Só corrigindo: Minha irmã viaja hoje para San Diego, ficará lá por 1 mês. Já vou enviar minha listinha de compras... hehehe
Marcadores:
ansiedade,
Clarinha,
desenvolvimento,
maria fernanda,
maternidade
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Novo espaço - Clara e bebê.
Como havia comentado a uns post atrás, resolvi fazer outro blog para contar sobre a gravidez e o dia a dia das crianças.
Como a Clara teve um espaço dela, eu também quero que o bebê tenha o dele (sei lá, porque raios eu acho que será menino), e o desenvolvimento da minha carrapatinha também né.
Então quem quiser conferir é só clicar aqui http://claraebebe.blogspot.com/ ou ali do ladinho eu coloquei na parte "outro cantinho" um link direto para o blog "Filhos".
As outras novidades são que no lado esquerdo do blog tem um bagulhet chamado "seguidores". Não sei se dá trabalho para fazer (creio que não), mas serve para mostrar o carão de quem frequenta o blog. Isso tem nos dois, tá.
Então se você quer ser meu amigo e não quer me deixar falando para as paredes, perca uns minutinhos (se for lerda como eu) para colocar o carão ali do lado. Cabem 21 carões, e como sou pessimista acho que vou ter só dois carões.
Hunf....
Como a Clara teve um espaço dela, eu também quero que o bebê tenha o dele (sei lá, porque raios eu acho que será menino), e o desenvolvimento da minha carrapatinha também né.
Então quem quiser conferir é só clicar aqui http://claraebebe.blogspot.com/ ou ali do ladinho eu coloquei na parte "outro cantinho" um link direto para o blog "Filhos".
As outras novidades são que no lado esquerdo do blog tem um bagulhet chamado "seguidores". Não sei se dá trabalho para fazer (creio que não), mas serve para mostrar o carão de quem frequenta o blog. Isso tem nos dois, tá.
Então se você quer ser meu amigo e não quer me deixar falando para as paredes, perca uns minutinhos (se for lerda como eu) para colocar o carão ali do lado. Cabem 21 carões, e como sou pessimista acho que vou ter só dois carões.
Hunf....
Marcadores:
blog,
Clarinha,
criança,
importante,
maternidade,
segundo filho
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Clara - a professora.
Sexta o Vitor pegou a Clara na escola, porque ela ficaria o sábado com ele. Como acontece toda semana, ela trouxe trabalho para fazer em casa (o que por sinal eu acho um saco!!!).
Quando fui buscá-la no sábado a noite, perguntei se ela havia feito o trabalho.
Mãe - Clara você fez o trabalhinho da escola?
Clara - Fiz mamãe, do ú.
Mãe - Do i?
Clara - Não mãe, do ú.
Mãe - Ah tá, do ú de urubu.
Clara - Não mãe, não é urubu, é ORUBU.
Domingo pela manhã fui votar, antes de sair de casa minha mãe perguntou se ela queria beber água. E ela disse que não. Saí do local de eleição e estava um sol pavoroso!
Clara - Mamãe to com sede, quelo água.
Mãe - Ah Clara, espere quando chegar em casa você bebe água. Vamos pela sombra para não ficar com mais sede.
Clara - Vamos passear aonde?
Mãe - Que passear Clara.
Clara - Você falou, eu ouvi. Você disse vamos passear.
Mãe - Não filha, eu não disse isso.
Clara - Disse sim, tá. Eu ouvi, meu ovido é bonho (bom)!
Hoje a noite fui fazer uma mamadeira (que também detesto esse hábito). Eu coloco o leite e o sustagem dentro da mamadeira e balanço.
Clara - Mãe sacude esse mamá dileito.
Ela adora me corrigir. Agora tem a mania de dizer que falei algo que não disse, e ainda por cima diz: "eu ouvi!"
********************************************************************
Outro blog.
Andei pensando em fazer um outro blog para falar somente sobre a gravidez e sobre a Clara, e deixarei esse somente para escrever o que tiver vontade. Não sei se é uma boa idéia. Já que é bem provável que eu abandone um dos dois.
Não sei ainda. Gostaria que meus filhos tivessem a oportunidade de futuramente ler sobre eles, sobre o desenvolvimento. Quando grávida da Clara eu tinha um. Depois que me separei e comecei a retomar minha vida de solteira, resolvi deixar pra lá e o cantinho da Clara acabou abandonado. Depois de um tempo surgiu este blog aqui, já que tenho, e adoro essa necessidade de escrever.
Não sei se ficará chato, para quem acompanha ficar ouvindo sobre gravidez ou até para pessoas que virão a me conhecer depois ler tudo isso. Afinal esse meu espaço é tão meu. Aqui me sinto tão a vontade, sei lá! Não fiz esse blog com intenção de se super visitada ou coisa assim... queria um espaço para desabafar, escrever o que quiser e quando quiser. Acabei formando novos amigos aqui e não me sinto envergonhada pelos meus desabafos com eles.
Estou com uma dúvida muito besta por sinal.
Vocês que frequentam poderiam me ajudar né?
Quando fui buscá-la no sábado a noite, perguntei se ela havia feito o trabalho.
Mãe - Clara você fez o trabalhinho da escola?
Clara - Fiz mamãe, do ú.
Mãe - Do i?
Clara - Não mãe, do ú.
Mãe - Ah tá, do ú de urubu.
Clara - Não mãe, não é urubu, é ORUBU.
Domingo pela manhã fui votar, antes de sair de casa minha mãe perguntou se ela queria beber água. E ela disse que não. Saí do local de eleição e estava um sol pavoroso!
Clara - Mamãe to com sede, quelo água.
Mãe - Ah Clara, espere quando chegar em casa você bebe água. Vamos pela sombra para não ficar com mais sede.
Clara - Vamos passear aonde?
Mãe - Que passear Clara.
Clara - Você falou, eu ouvi. Você disse vamos passear.
Mãe - Não filha, eu não disse isso.
Clara - Disse sim, tá. Eu ouvi, meu ovido é bonho (bom)!
Hoje a noite fui fazer uma mamadeira (que também detesto esse hábito). Eu coloco o leite e o sustagem dentro da mamadeira e balanço.
Clara - Mãe sacude esse mamá dileito.
Ela adora me corrigir. Agora tem a mania de dizer que falei algo que não disse, e ainda por cima diz: "eu ouvi!"
********************************************************************
Outro blog.
Andei pensando em fazer um outro blog para falar somente sobre a gravidez e sobre a Clara, e deixarei esse somente para escrever o que tiver vontade. Não sei se é uma boa idéia. Já que é bem provável que eu abandone um dos dois.
Não sei ainda. Gostaria que meus filhos tivessem a oportunidade de futuramente ler sobre eles, sobre o desenvolvimento. Quando grávida da Clara eu tinha um. Depois que me separei e comecei a retomar minha vida de solteira, resolvi deixar pra lá e o cantinho da Clara acabou abandonado. Depois de um tempo surgiu este blog aqui, já que tenho, e adoro essa necessidade de escrever.
Não sei se ficará chato, para quem acompanha ficar ouvindo sobre gravidez ou até para pessoas que virão a me conhecer depois ler tudo isso. Afinal esse meu espaço é tão meu. Aqui me sinto tão a vontade, sei lá! Não fiz esse blog com intenção de se super visitada ou coisa assim... queria um espaço para desabafar, escrever o que quiser e quando quiser. Acabei formando novos amigos aqui e não me sinto envergonhada pelos meus desabafos com eles.
Estou com uma dúvida muito besta por sinal.
Vocês que frequentam poderiam me ajudar né?
terça-feira, 21 de outubro de 2008
A diferença entre uma gravidez e a outra.
Nessa gravidez muita coisa tem sido diferente da primeira, quando esperava pela Clara.
Na primeira, durante os três primeiros meses, o único sintoma que tive foi: urinar de 5 em 5 minutos. Ia ao banheiro e continuava com a bexiga cheia. Ah sim... também fiquei muito sonolenta.
Desta vez, sinto todos os sintomas de grávida e mais alguns: estou com os seios bem doloridos principalmente nos mamilos, dor nas pernas, nas costas, de cabeça, no corpo, dor na parte baixa da barriga, enjoo, asia, fadiga, moleza e sono!
Ontem dormi pelo menos 16 horas do dia!
Na primeira, durante os três primeiros meses, o único sintoma que tive foi: urinar de 5 em 5 minutos. Ia ao banheiro e continuava com a bexiga cheia. Ah sim... também fiquei muito sonolenta.
Desta vez, sinto todos os sintomas de grávida e mais alguns: estou com os seios bem doloridos principalmente nos mamilos, dor nas pernas, nas costas, de cabeça, no corpo, dor na parte baixa da barriga, enjoo, asia, fadiga, moleza e sono!
Ontem dormi pelo menos 16 horas do dia!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Que felicidade....
Onde eu morava, ou melhor achava que morava, tinha uma banheira de hidro. Felizmente antes de ser expulsa (hein?..) eu proporcionei um momento de prazer a minha baixotinha.
Aproveitei e registrei esse momento, afinal o último banho de banheira dela foi há pelo menos 3 anos atrás e a banheira nem tinha espuma.
Contando que o próximo banho de espuma dela será quando ela tiver 21 anos (opa...!) deixo para a posteridade essas imagens.

Marcadores:
Clarinha,
comemoração,
criança,
maternidade
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Clarinha aprendeu a escrever.
Depois de muito tempo sumida, resurgi das trevas para contar uma novidade!
Não é porque a Clara é minha filha, mas quem convive sabe como ela é esperta e inteligente. As crianças são como esponjinhas que captam tudo com muita facilidade e com isso aprendem super rápido.

Não é porque a Clara é minha filha, mas quem convive sabe como ela é esperta e inteligente. As crianças são como esponjinhas que captam tudo com muita facilidade e com isso aprendem super rápido.
Quem nunca passou por essa. Comprou um aparelho eletrônico e uma criança de 8 anos ensinou você a usar, mesmo sem ler o manual.
Então o que quero deixar aqui registrado é que há 1 mês a Clara vem escrevendo o nome sozinha! Ela já reconhecia as vogais e a consoante M que forma o seu nome "Maria Clara". Porém
outro dia brincando de desenhar a danada pega o livro com o quadro mágico e escreve perfeitamente Maria (diferenciando as letras maiúsculas das minúsculas). Eu levei um sustão! Opa... ela tem apenas 3 anos e meio!!!!!!!!
Então resolvi tirar a prova e ela escreve e copia qualquer palavra que ela vê ou que soletramos.
Ontem ela virou pra minha mãe e disse:
" - Vovó eu bem escrevi ventilador." Quando minha mãe olhou no papel estava escrito ARNO. É a marca do ventilador aqui de casa!

Marcadores:
Clarinha,
comemoração,
importante,
maternidade
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Para Clarinha - Meu orgulho!
Mãe até pode ser bicho bobo, mas desta vez eu tive razão.Sexta feira passada fui buscar Clarinha na escola, que veio com uma bonequinha na mão. Eu logo perguntei o que era e quem deu, e você disse que ali dentro tinha bala e que foi a tia Michelly (professora dela) quem deu porque você tinha ficado quietinha na sala. Achei o máximo!
Perguntei se alguém mais havia ganho e você disse: só eu e o Pedro.
Perguntei se alguém mais havia ganho e você disse: só eu e o Pedro.
Apesar de ser muito tímida você é bem "popular" entre os coleguinhas. Adora brincar e é muito participativa, então isso desperta o interesse de outras crianças. Sempre que saímos da escola vem um coleguinha gritando "Maria me espera!". E nesse dia não foi diferente.
O Artur que é da sua salinha veio correndo tentando nos alcançar na rua. Como eu adoro saber como foi o dia na escola tratei logo de perguntar aos dois como havia sido o dia. Ele que é um menino muito esperto, virou e me disse que você havia ganho um presente porque faz os trabalhos com capricho e desenha bonito. Nossa eu fiquei super feliz e você ficou vermelhinha. Tentou se esconder atrás de mim, morrendo de vergonha.
Por todas as escolas que você passou eu sempre recebo o elogios do seu desempenho e capricho. Eu fico muito feliz com isso!
Nesse dia eu pude perceber como as vitórias de um filho deixam os pais orgulhosos!
Filhota eu te amo e quero que você continue assim em tudo na sua vida.
Um beijo com muito amor....
Marcadores:
carta para a Clarinha,
Clarinha,
comemoração,
importante,
maternidade,
Sentimento
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Sono.
Há pelo menos 3 semanas meu sono não é o mesmo.Primeiro porque a Clara estava de férias com o pai... ai me dava uma saudade que não conseguia dormir direito. Depois porque quando ela voltou das férias, nunca mais tive uma noite tranquila. Logo ela adoeceu, e agora a novidade é que acorda durante a madrugada. Está tendo pesadelos, resmunga a noite toda, chuta e briga sozinha!
Eu sempre tive problema de insônia e também de um tempo pra cá ela voltou a me incomodar. Quando entrego os pontos e deito na cama, eis que uma menina reclamona acorda, ou querendo mamar ou fazer xixi... às vezes só mesmo pra dizer "eu te amo mamãe. Você é gostosinha. Ou Mamãe você é lindinha."
O problema é que ela desanda a falar, senta na cama, reclama, quer dormir agarrada comigo impossibilitando encontrar uma posição boa. Essa noite tudo que eu contei aconteceu. Fui deitar por volta de 1 da manhã e deitada quase indo para os braços de Morpheu, eis que surge uma voz:
- Mamãeeee quelo mamáááááááá. (Mamãe numa boa levanta e faz o mamá).
- Quelo fazer xixiiiii. Cadê o meu chinelú. Ai eu quelo meu chinelú. (Mamãe perdendo a paciência acende todas as luzes de casa e procura o chinelo da criança que está no banheiro)
A criança volta pra cama.
- Não quelo mais mamá. (A mãe sem esperança leva o resto da mamadeira à geladeira).
- Meu naliz tá com meleca. (E funga, funga, funga... a mãe pega uma toalhinha e assoa o nariz da menina. Que continua a reclamar do nariz).
Depois de 5 minutos fungando a menina para de reclamar da meleca.
Deitadas a criança começa a fazer carinho na mãe. Esta por sua vez sensível e irritada (com o nariz entupido e cansada) reclama que está sentindo cosquinha.
A filha chorona diz:
- Eu não to fazendo cosquinha. Eu tô fazendo massagê.
Marcadores:
Clarinha,
criança,
Ironias,
maternidade,
surto
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Guarda compartilhada de filhos de pais separados começa a valer hoje.
A Lei 11.698 que cria a guarda compartilhada dos filhos de pais separados entrou em vigor nesta quarta-feira (13), segundo a Agência Brasil. Este tipo de tutela é opcional e poderá ser fixada por escolha do pai e da mãe ou por determinação judicial. Até agora, só existia a guarda unilateral, ou seja, o filho ficava apenas um dos pais, que decidia sobre a vida da criança. Sancionada no dia 13 de junho, a lei altera o Código Civil.
Com a guarda compartilhada, o pai e a mãe passam a dividir direitos e deveres relativos aos filhos e as decisões sobre a rotina da criança ou do adolescente. Definição da escola e de viagens, por exemplo, passa a ser conjunta.
Para ler mais sobre o assunto.
O que você acha disso?
Com a guarda compartilhada, o pai e a mãe passam a dividir direitos e deveres relativos aos filhos e as decisões sobre a rotina da criança ou do adolescente. Definição da escola e de viagens, por exemplo, passa a ser conjunta.
Para ler mais sobre o assunto.
O que você acha disso?
Marcadores:
família,
importante,
Interessante,
maternidade
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Nasceu a Heloisa.
Dia 31/07, às 19:15 h, nasceu mais uma princesa para deixar o mundo cor de rosa.
Heloisa, filha do meu primo Marcelo e sua esposa Cecília.
52 cm, 3.560 kg.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Cont. Vídeos sobre Parto Humanizado.
Parto Humanizado.
Há pelo menos 2 anos acompanho o blog de uma grande amiga Adriana e hoje me deparei com uma linda postagem sobre parto natural.
Quando engravidei conheci, através da Diana, uma lista de discussão sobre partos, que é a Parto Nosso. Lá aprendi muita coisa e conheci algumas pessoas. Foi então que entrei pelo mundo das listas. Na mesma época, entrei para uma lista fechada de mães que acompanho até hoje - Mães Empoderadas. Através dessas listas aprendi a questionar, a explicar e a cuidar da minha filha, tendo informações necessárias para discernir o que eu acredito que seja o melhor para a minha filha.
Bem o intuito do post não é falar sobre as listas e sim sobre uma matéria que saiu no programa da Luciana Gimenez, o Super Pop.
Apesar do meu parto não ter sido dos meus sonhos, e sim dos meus pesadelos, fiquei super emocionada em ver todos os depoimentos, as imagens e reafirmar o que sempre acreditei, nas vantagens de se ter um parto normal.
Não sei se teria condições e coragem para ter um PD (parto domiciliar), mais sem sombra de dúvidas, quando engravidar novamente terei sim meu parto humanizado.
Segue os vídeos sobre a linda matéria!
Fico orgulhosa de estar perto dessas mulheres.
Quando engravidei conheci, através da Diana, uma lista de discussão sobre partos, que é a Parto Nosso. Lá aprendi muita coisa e conheci algumas pessoas. Foi então que entrei pelo mundo das listas. Na mesma época, entrei para uma lista fechada de mães que acompanho até hoje - Mães Empoderadas. Através dessas listas aprendi a questionar, a explicar e a cuidar da minha filha, tendo informações necessárias para discernir o que eu acredito que seja o melhor para a minha filha.
Bem o intuito do post não é falar sobre as listas e sim sobre uma matéria que saiu no programa da Luciana Gimenez, o Super Pop.
Apesar do meu parto não ter sido dos meus sonhos, e sim dos meus pesadelos, fiquei super emocionada em ver todos os depoimentos, as imagens e reafirmar o que sempre acreditei, nas vantagens de se ter um parto normal.
Não sei se teria condições e coragem para ter um PD (parto domiciliar), mais sem sombra de dúvidas, quando engravidar novamente terei sim meu parto humanizado.
Segue os vídeos sobre a linda matéria!
Fico orgulhosa de estar perto dessas mulheres.
Assinar:
Postagens (Atom)

