Hoje em dia a única coisa que peço para minha família é saúde. Depois do susto que tive com a Fernandinha, percebi que não há dinheiro no mundo que pague ou compre saúde, porque viver a base de remédio não é ter saúde, né.
Final de semana passamos o sábado todo no Quinta Dor, a primeira desde o tratamento que fiz para imunidade na Fernanda. Fefê apareceu com febre na quinta a noite e sexta ficou caidinha. Sábado fomos direto pra lá e mais uma vez a febre não parece ter nenhuma explicação a não ser uma virose.
Uma lembrança forte que terei da Fernandinha criança é a sua baixa imunidade e suas febres constantes. Ano passado, em 7 meses apenas, foram 3 tipos de tratamento para imunidade e somente um resolveu. O último quer fizemos foram 60 dias e terminamos dia 29 de dezembro.
Segundo opiniões médicas esses probleminhas serão mais raros quando ela completar 3 anos, mas até lá ficamos descabelados!
Engraçado como dois filhos são tão diferentes. A Clarinha é difícil adoecer... rara são as vezes que vamos ao médico em emergência. O pior que teve foram gripes e mais nada.
Espero que essa fase passe logo, e que esse episódio de febres não seja uma constante como antes.
"Ter filhos e criá-los é cada dia gerar e pari-los outra vez, sem descanso."
Lya Luft, Perdas e Ganhos.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Eu só quero é ter saúde!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
O susto.
Ontem fui ao salão quando sai do trabalho. Cheguei em casa 1 hora depois do horário normal. Quando cheguei Fernanda dormia. Achei estranho já que isso não é normal. Quando o Claudio foi buscá-la na escola, ela chorava muito e não mexia o braço. O Claudio foi à Sanci e eles encaminharam a um ortopedista. Fomos então ao São Vicente de Paula. Lá a médica disse que o cotovelo dela tinha saído do lugar! Tadinha da minha filha chorou tanto!
Mesmo depois que a médica colocou o cotovelo no lugar, ela não mexia o braço e só de encostar ela chorava muito. Chegamos em casa e resolvemos voltar ao hospital e tentar com outro médico no Hospital pediátrico da Lagoa, de lá fomos encaminhados ao São José, quando o ortopedista examinou e disse que estava no lugar.
Nossa que susto! Saímos do último hospital quase 1 da manhã. Agora é ter cuidado para não acontecer novamente.
Mesmo depois que a médica colocou o cotovelo no lugar, ela não mexia o braço e só de encostar ela chorava muito. Chegamos em casa e resolvemos voltar ao hospital e tentar com outro médico no Hospital pediátrico da Lagoa, de lá fomos encaminhados ao São José, quando o ortopedista examinou e disse que estava no lugar.
Nossa que susto! Saímos do último hospital quase 1 da manhã. Agora é ter cuidado para não acontecer novamente.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Constrangimento legal ou ilegal?
Não sei porque ainda sou pega de surpresa com determinadas atitudes. Às vezes tem cada uma!
Ontem passei por uma e não tive reação, talvez para não piorar ainda mais a situação.
Uma conhecida comprou um apartamento e veio aqui em casa para ver os armário, pois ela quer mandar fazer para sua nova casa. Primeiro ela não comia carne vermelha. Tivemos que apelar para o restaurante embaixo do prédio.
A segunda e pior: Imagine uma pessoa que vai a sua casa pela primeira vez, abrir seu armário e suas gavetas. Inclusive a de suas calcinhas?!
Eu fiquei constrangida, mas nem por isso, consegui chamar atenção ou dar uma direta (já que ela foi tão indiscreta), quando vi pensei que isso fosse uma atitude normal (já que a pessoa em questão é blasé), e que o mundo da etiqueta tivesse mudado, mas não, o primeiro comentário do Claudio quando chegou em casa foi: O que era aquilo??? Nunca mais convido!
Tenho que aprender a não me chocar mais com nada! E pensar duas vezes em quem vem aqui em casa.
Ontem passei por uma e não tive reação, talvez para não piorar ainda mais a situação.
Uma conhecida comprou um apartamento e veio aqui em casa para ver os armário, pois ela quer mandar fazer para sua nova casa. Primeiro ela não comia carne vermelha. Tivemos que apelar para o restaurante embaixo do prédio.
A segunda e pior: Imagine uma pessoa que vai a sua casa pela primeira vez, abrir seu armário e suas gavetas. Inclusive a de suas calcinhas?!
Eu fiquei constrangida, mas nem por isso, consegui chamar atenção ou dar uma direta (já que ela foi tão indiscreta), quando vi pensei que isso fosse uma atitude normal (já que a pessoa em questão é blasé), e que o mundo da etiqueta tivesse mudado, mas não, o primeiro comentário do Claudio quando chegou em casa foi: O que era aquilo??? Nunca mais convido!
Tenho que aprender a não me chocar mais com nada! E pensar duas vezes em quem vem aqui em casa.
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
Tornado.
Juro acho que estou vivendo num tornado. Desde que chegamos em casa, na terça feira, estamos Claudio e eu anestesiados de tão cansados.
O primeiro dia em casa foi caos total. Se fosse só a Maria Fernanda, mas, tadinha, minha Clarinha ta muito resfriada, com febrão de 40º, tosse e muita dor no corpo. A Clara nem força para chorar tem. Fica abatida o dia todo, e a febre não dá um descanso pra ela, toma o remédio e 4 horas depois está ardendo em febre novamente. Minha mãe tem vindo pra cá todos os dias para nos ajudar, já que tem horas que as duas pedem atenção e estamos nos desdobrando em 4 para amenizar a dor da Clara e atender as necessidades de Fernanda.
O primeiro dia em casa foi caos total. Se fosse só a Maria Fernanda, mas, tadinha, minha Clarinha ta muito resfriada, com febrão de 40º, tosse e muita dor no corpo. A Clara nem força para chorar tem. Fica abatida o dia todo, e a febre não dá um descanso pra ela, toma o remédio e 4 horas depois está ardendo em febre novamente. Minha mãe tem vindo pra cá todos os dias para nos ajudar, já que tem horas que as duas pedem atenção e estamos nos desdobrando em 4 para amenizar a dor da Clara e atender as necessidades de Fernanda.

Eu havia pedido ao Vitor para não levá-la pra Miguel Pereira, por causa do frio e ela já estava com o nariz escorrendo, como tudo que eu falo entra num ouvido e sai pelo outro, ele levou e me entregou a menina super gripada. Ela chegou ainda pouco do médico e já tomou os remédios, entrou no antibiótico. Não me lembrava mais como era ter um bebê em casa. A Clara sempre foi pra mim pequena, hoje em dia, vejo como ela cresceu!!!!!! Está enorme. Fico com o coração partido porque minha filhota quer ficar perto da irmã, mais não pode por causa da gripe. Ela fica tadinha morrendo de vontade de ajudar, mas não pode. Espero que hoje à noite ela esteja bem melhor, e que a febre não volte mais.

Sobre a Fernanda. A minha bebê é uma fofa! Já é muito durinha apesar dos 4 dias de nascimento. O perrengue mesmo foi na noite de terça, quando meu leite desceu e minhas mamas ficaram duras como pedra. A Nanda não conseguia mamar e chorou durante toda a madrugada, eu e Claudio revezávamos nos cuidados, enquanto um ficava com a Clara outro cuidava da Fernanda. Fui dormir às 5 da manhã e o Cláudio continuou acordado. Nem preciso dizer que ele é um paizão, daqueles com P maiúsculo. Montou um acampamento no quarto de Nanda e dorme no edredom no chão ao lado do berço, enquanto Clara fica comigo na cama.

No outro dia acordei e liguei para berçário da maternidade pedindo socorro. Conversei e meio dia veio uma enfermeira para me ajudar com a amamentação e verificar o que poderia ser feito nos meus seios, que já estavam duros como pedra. A enfermeira retirou todo o leite que estava no meu peito e colocou Fernanda para mamar, me deu um baita alívio.
Me ensinou a fazer as massagens e colocar compressa de água gelada para diminuir a produção do leite por enquanto, evitando assim que ele fique duro novamente. Que dor!!!!!! Agora já estamos nos entendendo com as mamadas. Ontem dei o primeiro banho da Fernanda. Fefê (A Firangi estrangeira - eu chamo ela assim quando está chorando) é uma gostosa!

Essas fotos foram tiradas ainda na maternidade.
Me ensinou a fazer as massagens e colocar compressa de água gelada para diminuir a produção do leite por enquanto, evitando assim que ele fique duro novamente. Que dor!!!!!! Agora já estamos nos entendendo com as mamadas. Ontem dei o primeiro banho da Fernanda. Fefê (A Firangi estrangeira - eu chamo ela assim quando está chorando) é uma gostosa!

Essas fotos foram tiradas ainda na maternidade.
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Mãe leoa.
Hoje fiz uma coisa que talvez não tivesse feito em outra ocasião, e apesar do risco não me arrependi.
Depois de buscar a Clara na escola, fomos pra casa da minha mãe de ônibus, é super perto, e na volta encontraria com o Claudio que foi jogar futebol ali mesmo. Ela saiu da escola super animada, porque ia à casa da vovó. Fomos andando até o ponto de ônibus, que estava cheio, quando vi o ônibus parado vazio. Andei rápido com ela e passamos por um velho de rua bêbado, que do nada, deu um tapa na boca da Clara e disse: "Sua boca suja!”.
Eu não vi a cena, só ouvi quando ele falou. Andamos apressadas para entrar no ônibus e ela vira e diz: "Mamãe o moço bateu na minha boca e disse: sua boca suja.” Os olhinhos dela estavam arregalados de medo. Nisso o motorista avisa que eu posso entrar por trás, e quando virei avistei o sujeito.
Não pensei duas vezes. Peguei a mochila dela (é tipo mala de rodinhas e é pesada!) e dei com toda força no peito do bêbado. Botei o dedo na cara dele e disse: "Se você, seu velho bêbado desgraçado, encostar o dedo na minha filha novamente, eu te quebro na porrada agora mesmo!”.
Juro que não vi nada na hora... Ele levou um susto, subimos no ônibus e ele ficou gritando no ponto, todos ficaram me olhando. Imaginem, eu com uma barriga de 9 meses e com uma criança de 4 anos, com bolsa, mochila e ainda distribuindo mochiladas no ponto de ônibus. Nem pensei no risco na hora, eu fiquei cega de raiva por ele ter encostado o dedo na Clarinha. Ela estava assustada porque viu que eu bati no velho e pelo susto que ela levou. Comecei a acalmá-la, dizendo que estava tudo bem, que iríamos lavar a boquinha dela quando chegasse na casa da vovó.
Depois ela ficou toda feliz porque a mãe a defendeu do bêbado. Se fosse comigo, talvez não tivesse a mesma reação. Mexam comigo, só não façam mal a minhas meninas.
Depois de buscar a Clara na escola, fomos pra casa da minha mãe de ônibus, é super perto, e na volta encontraria com o Claudio que foi jogar futebol ali mesmo. Ela saiu da escola super animada, porque ia à casa da vovó. Fomos andando até o ponto de ônibus, que estava cheio, quando vi o ônibus parado vazio. Andei rápido com ela e passamos por um velho de rua bêbado, que do nada, deu um tapa na boca da Clara e disse: "Sua boca suja!”.
Eu não vi a cena, só ouvi quando ele falou. Andamos apressadas para entrar no ônibus e ela vira e diz: "Mamãe o moço bateu na minha boca e disse: sua boca suja.” Os olhinhos dela estavam arregalados de medo. Nisso o motorista avisa que eu posso entrar por trás, e quando virei avistei o sujeito.
Não pensei duas vezes. Peguei a mochila dela (é tipo mala de rodinhas e é pesada!) e dei com toda força no peito do bêbado. Botei o dedo na cara dele e disse: "Se você, seu velho bêbado desgraçado, encostar o dedo na minha filha novamente, eu te quebro na porrada agora mesmo!”.
Juro que não vi nada na hora... Ele levou um susto, subimos no ônibus e ele ficou gritando no ponto, todos ficaram me olhando. Imaginem, eu com uma barriga de 9 meses e com uma criança de 4 anos, com bolsa, mochila e ainda distribuindo mochiladas no ponto de ônibus. Nem pensei no risco na hora, eu fiquei cega de raiva por ele ter encostado o dedo na Clarinha. Ela estava assustada porque viu que eu bati no velho e pelo susto que ela levou. Comecei a acalmá-la, dizendo que estava tudo bem, que iríamos lavar a boquinha dela quando chegasse na casa da vovó.
Depois ela ficou toda feliz porque a mãe a defendeu do bêbado. Se fosse comigo, talvez não tivesse a mesma reação. Mexam comigo, só não façam mal a minhas meninas.
segunda-feira, 9 de março de 2009
O final de semana.
Nesse final de semana a Clara foi viajar com pai no sábado. Então aproveitamos, eu e Claudio, para ir ao cinema assistir "Operação Valquíria", que por sinal é ótimo.
Então como sou olhuda e gulosa, pedi logo o maior saco de pipoca e comi tudo feito uma esganada. Acabou o filme e eu estava cheia.
Demos uma volta, fizemos umas compras e fomos jantar no Outback. Eu estava com muito enjoo, mesmo assim comi um pouco.
Cheguei em casa me sentindo mal, deitei e acordei de madrugada com dor na barriga e com muita vontade de vomitar.
Fui ao banheiro e pronto! Peguei uma infecção intestinal que me deixou de cama ontem. Com febre, vomito e diarreia, prometi que não faria mais isso!
O Claudio que ia pro futebol, tadinho, ficou em casa cuidando de mim. Eu sentia meu corpo todo dolorido. Dormi praticamente o dia todo e se não fosse ele me ajudando, ainda estaria mal.
Hoje é a primeira aula de inglês da Clara! Estou doida para saber as novidades! Quero saber se ela gostou e o que aprendeu!
Às oito da noite a Nete, esposa do meu pai, vai operar a mama e o útero. Torçam por ela. Tenho certeza que tudo dará certo!

Então como sou olhuda e gulosa, pedi logo o maior saco de pipoca e comi tudo feito uma esganada. Acabou o filme e eu estava cheia.
Demos uma volta, fizemos umas compras e fomos jantar no Outback. Eu estava com muito enjoo, mesmo assim comi um pouco.
Cheguei em casa me sentindo mal, deitei e acordei de madrugada com dor na barriga e com muita vontade de vomitar.
Fui ao banheiro e pronto! Peguei uma infecção intestinal que me deixou de cama ontem. Com febre, vomito e diarreia, prometi que não faria mais isso!
O Claudio que ia pro futebol, tadinho, ficou em casa cuidando de mim. Eu sentia meu corpo todo dolorido. Dormi praticamente o dia todo e se não fosse ele me ajudando, ainda estaria mal.
Hoje é a primeira aula de inglês da Clara! Estou doida para saber as novidades! Quero saber se ela gostou e o que aprendeu!
Às oito da noite a Nete, esposa do meu pai, vai operar a mama e o útero. Torçam por ela. Tenho certeza que tudo dará certo!

O berço e o carrinho chegaram agora!!! Amanhã o montador vem aqui.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Consulta pré natal.
Sexta foi dia da minha consulta pré natal com o Dr. Antonio Carlos.
Até então não tínhamos conversado sobre o parto e sobre $$. Mesmo para quem tem plano de saúde, ele cobra o parto, pois diz que fica quantas forem as horas necessárias para que o parto seja normal. Eu tinha uma ideia que seria por volta dos R$ 3.000,00, já que uma conhecida do orkut também está no pré com ele e foi o que ele cobrou a ela.
Para meu espanto, na sexta quando toquei no assunto, ele me disse que o parto sairia R$ 5.000 mais 50% para a equipe, ou seja R$ 2.500. Eu quase cai dura, porque além de não ter R$ 7.500, não vejo necessidade de pagar tudo isso, já que tenho plano de saúde e outras prioridades que não um parto de R$ 7.500,00.
Eu fazia ideia que um parto não era muito barato, mas sinceramente esse valor está fora do meu orçamento. Como disse uma amiga, ou tem um filho no SUS ou paga!
Como não quero nenhum, nem o outro, agora estou correndo para encontrar outro médico que me sinta bem e que me ajude a ter meu sonhado parto normal.
Agora estou com 20 semanas e já está na hora de fazer a ultra morfológica. Essa foi outra saga para conseguir. Em todos os laboratórios, esse exame só está sendo marcado para o final do mês de fevereiro início de março. Chorei, me descabelei e consegui marcar para o dia 27/01.
A Clara nesse feriado foi com o pai para a casa da vó Geni. Voltou super queimada, logo ela que é tão branquinha. Agora tá passando mal, com vômito. E tem uma tempestade caindo.
Até então não tínhamos conversado sobre o parto e sobre $$. Mesmo para quem tem plano de saúde, ele cobra o parto, pois diz que fica quantas forem as horas necessárias para que o parto seja normal. Eu tinha uma ideia que seria por volta dos R$ 3.000,00, já que uma conhecida do orkut também está no pré com ele e foi o que ele cobrou a ela.
Para meu espanto, na sexta quando toquei no assunto, ele me disse que o parto sairia R$ 5.000 mais 50% para a equipe, ou seja R$ 2.500. Eu quase cai dura, porque além de não ter R$ 7.500, não vejo necessidade de pagar tudo isso, já que tenho plano de saúde e outras prioridades que não um parto de R$ 7.500,00.
Eu fazia ideia que um parto não era muito barato, mas sinceramente esse valor está fora do meu orçamento. Como disse uma amiga, ou tem um filho no SUS ou paga!
Como não quero nenhum, nem o outro, agora estou correndo para encontrar outro médico que me sinta bem e que me ajude a ter meu sonhado parto normal.
Agora estou com 20 semanas e já está na hora de fazer a ultra morfológica. Essa foi outra saga para conseguir. Em todos os laboratórios, esse exame só está sendo marcado para o final do mês de fevereiro início de março. Chorei, me descabelei e consegui marcar para o dia 27/01.
A Clara nesse feriado foi com o pai para a casa da vó Geni. Voltou super queimada, logo ela que é tão branquinha. Agora tá passando mal, com vômito. E tem uma tempestade caindo.
domingo, 14 de dezembro de 2008
O primeiro susto.
Quarta fui pra casa do meu pai em Mauá. Estava tudo bem comigo, só um pouco ansiosa e chateada com um email que recebi.
Pegamos a Clara na escola e fomos direto. Foi tudo ótimo, apesar da minha tensão.
Sexta feira acordei bem cedo e estava chovendo, mesmo assim resolvemos sair conforme havíamos combinado. Fui fazer xixi no banheiro e estava com um corrimento marrom claro. Achei estranho, mas mesmo assim preferi esperar, até para não assustar ninguém.
Logo depois que saímos de casa por volta das 9 horas comecei a sentir uma dor de cabeça bem chata. Almoçamos e tirei uns cochilos até chegarmos em Teresópolis. Na volta, cochilei e foi aí que a dor de cabeça passou. Jantei normal e fui dormir bem.
Sábado quando acordei fui ao banheiro e minha urina estava vermelha e com sangue. Parecia que tinha ficado menstruada, sentia umas pontadas na vagina. Pedi para vir embora logo, acordei a Clara e nem troquei de roupa. Chegando no Rio minha cabeça estava explodindo, a dor irradiava para a nuca, a pontada na vagina tinha desaparecido, só que sentia a barriga enrijecida. Fui para a emergência do Hospital Santa Terezinha, aqui na Tijuca.
A essa altura eu estava bem nervosa, sorte que fui atendida rápido. A médica examinou, minha pressão estava normal 12x7, mas estava com um pouco de sangramento.
Fiz uma ultra e estava tudo bem com o bebê. O colo estava fechado e no exame de urina não deu nada.
Sem explicação para o sangramento, a médica recomendou repouso.
Na ultra o bebê dava uns pulos, e depois resolveu cruzar as pernas e ficou com as mãos como se estivesse segurando o cordão umbilical. Uma graça!
Apesar do susto estou me sentindo melhor e sem as dores de cabeça. O bom de tudo foi que vi o bebê e que está tudo bem com ele.
Pegamos a Clara na escola e fomos direto. Foi tudo ótimo, apesar da minha tensão.
Sexta feira acordei bem cedo e estava chovendo, mesmo assim resolvemos sair conforme havíamos combinado. Fui fazer xixi no banheiro e estava com um corrimento marrom claro. Achei estranho, mas mesmo assim preferi esperar, até para não assustar ninguém.
Logo depois que saímos de casa por volta das 9 horas comecei a sentir uma dor de cabeça bem chata. Almoçamos e tirei uns cochilos até chegarmos em Teresópolis. Na volta, cochilei e foi aí que a dor de cabeça passou. Jantei normal e fui dormir bem.
Sábado quando acordei fui ao banheiro e minha urina estava vermelha e com sangue. Parecia que tinha ficado menstruada, sentia umas pontadas na vagina. Pedi para vir embora logo, acordei a Clara e nem troquei de roupa. Chegando no Rio minha cabeça estava explodindo, a dor irradiava para a nuca, a pontada na vagina tinha desaparecido, só que sentia a barriga enrijecida. Fui para a emergência do Hospital Santa Terezinha, aqui na Tijuca.
A essa altura eu estava bem nervosa, sorte que fui atendida rápido. A médica examinou, minha pressão estava normal 12x7, mas estava com um pouco de sangramento.
Fiz uma ultra e estava tudo bem com o bebê. O colo estava fechado e no exame de urina não deu nada.
Sem explicação para o sangramento, a médica recomendou repouso.
Na ultra o bebê dava uns pulos, e depois resolveu cruzar as pernas e ficou com as mãos como se estivesse segurando o cordão umbilical. Uma graça!
Apesar do susto estou me sentindo melhor e sem as dores de cabeça. O bom de tudo foi que vi o bebê e que está tudo bem com ele.
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